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Rosangela Perez

*Psicóloga CRP ativo *Psicoterapeuta *Professora *Palestrante *Autora do livro: EXERÇA SUA LIBERDADE DE SER(Ed.Letra Capital) Peça o livro pelo WhatsApp ou e-mail *Tel.: BRASIL (21)98383-1978 *E-mail: rosangelaperez@terra.com.br

Rosangela Perez

*Psicóloga CRP ativo *Psicoterapeuta *Professora *Palestrante *Autora do livro: EXERÇA SUA LIBERDADE DE SER(Ed.Letra Capital) Peça o livro pelo WhatsApp ou e-mail *Tel.: BRASIL (21)98383-1978 *E-mail: rosangelaperez@terra.com.br

DESONRA.

       De uns tempos para cá falar sobre a prática de atos desonestos causa em algumas rodas de conversa certo alvoroço, porque sempre tem alguma pessoa que se lembra de uma situação a qual deseja partilhar sobre esse assunto por ter sido ofendida a sua honra ou mesmo por ter praticado a desonra como justificativa pelo que fizeram com ela.

      

      Parece que hoje em dia não ter perdido a honra ou mesmo não ter a induzido perder, causa estranheza e espanto entre as pessoas como se isso fizesse parte de atitudes desenvolvidas por um grupo em extinção, o qual ainda respeita a natureza e a raça humana.

      

     Vivenciamos na atual conjuntura uma grande pressão de todos os lados para aceitarmos propostas sedutoras que nos dizem para fecharmos os olhos em relação aos procedimentos que corrompem as leis em favor dos nossos desejos egoístas, dos nossos adultérios, depravações e prostituições.

    

    Existem várias formas de perder a honra e uma delas é quando perdemos a dignidade própria em troca de interesses escusos, vis e sem nenhum escrúpulo.

    

   Eis que realizamos essas atitudes quando assistimos de camarote algumas espécies animais sumirem aos poucos por terem perdido o seu habitat para o maior predador da terra, o homem, por simples capricho e ganância. Ao invés de desenvolvermos alguma atitude para impedir essa terrível extinção nada fazemos para mudar essa mortandade. Também, quando priorizamos a nossa vaidade, levando em conta as vantagens e os benefícios que teremos ao pensar e agir em prol dos nossos próprios interesses, deixando de lado os princípios que norteiam a moral e a ética nas relações interpessoais. Tampouco, quando propomos ou aceitamos algum tipo de desvio, por menor que seja, para obter lucro.

     

     Apontar o dedo para os que estão corrompendo ou estão se deixando ser corrompidos é fácil e cômodo, porém proponho que deixemos de condenar ou culpar os outros para refletirmos sobre as nossas atitudes dentro da sociedade. Até porque colaboramos e participamos de tudo isso e, muitas vezes, deturpamos a realidade em prol de nós mesmos.

    

     Viver em conformidade com as leis da nossa sociedade ou mesmo com os nossos valores é um desafio para quem deseja estar fiel aos princípios da moralidade com decoro, integridade, respeito, preservação e honradez.

       

     Assim, espero que possamos estar mais fortalecidos diante das influências coercitivas para não nos corrompermos ou mesmo induzirmos alguém a tal ato, pois como disse Jean Paul Sartre: “Não importa o que fizeram de mim, o que importa é o que eu faço com o que fizeram de mim”. Que o nosso princípio de conduta seja virtuoso mesmo diante das injustiças e desonras.

 

       

                                     (Fonte da imagem:dreamstime.com)  

                      honra-da-desonra-abotoa-integridade-e-as-morais-da