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Rosangela Perez

*Psicóloga CRP ativo *Psicoterapeuta *Professora *Palestrante *Autora livro: EXERÇA SUA LIBERDADE DE SER(Ed.Letra Capital) *COMPRE PELO LINK *PREÇO FRETE DENTRO DO BRASIL *Tel.: BRASIL(21)98383-1978 * rosangelaperez@terra.com.br

Rosangela Perez

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VIDA E MORTE.

               Falar da finitude humana, da viagem sem retorno, parece ser impensável, pelo menos para algumas pessoas, porque não somos educados a pensar sobre isso. Contudo, vida e morte estão relacionadas, elas se integram.

          

         Ter consciência da morte é uma característica da humanidade que, muitas das vezes, pode parecer óbvia, mas está carregada de angústia. Por mais que não queiramos que a nossa vida seja aniquilada, não podemos fugir desse acontecimento, recusar essa realidade. Podemos até estudar ou refletir sobre a morte do outro que não nos coloca diante de um impasse escatológico, falar de uma morte desprovida de sentido, porém imaginar a própria morte, encarar o fato de que “eu” morro, é bastante temível.

          

           Entretanto, quando conseguimos respeitar o nosso limite humano, essa precariedade, nós acabamos, também, respeitando à vida, valorizando cada momento, cada escolha que irá contribuir na construção da nossa existência que será inacabada, mas única.

          

            Precisamos aprender a aceitar a morte para que possamos tomar posse da nossa vida, aprendendo a amá-la com mais autenticidade para contribuir para a nossa própria evolução. A tomada de consciência da morte não é para ficar paralisado diante desse fato, mas para reconhecer o valor da vida.

        

           Durante a nossa existência humana passamos por tribulações, perdas, dificuldades e medos. Todavia, precisamos procurar elevar os nossos pensamentos sem que deixemos ser levados pela correria do dia a dia, afetados pelas urgências, muitas das vezes efêmeras e insignificantes para o nosso crescimento pessoal.

        

          Embora seja necessário estarmos focados nas nossas metas, precisamos, também, aprendermos a olhar para os lados com mais generosidade, compaixão e misericórdia, porque a vida pode ser recheada, também, de doações.        

          

          Como dizia Gonzaguinha: “Viver e não ter a vergonha de ser feliz.” Essa felicidade pode ser compartilhada, pois nascemos para conviver. Apesar de, muitas das vezes, nos depararmos com impedimentos nas relações por sermos diferentes, procurar nos manter em contato com o outro é muito enriquecedor e nos engrandece como pessoa, sobretudo, a vida fica mais colorida.

          

           O modo de viver poderá indicar como estamos lidando com os nossos opostos: VIDA e MORTE. Que no fundo, como disse o Pe.Fábio de Mello, “O verso tem reverso.Que o direito tem um avesso.Que o de graça tem seu preço.Que a vida tem contrários.”A trajetória da nossa caminhada mostra como analisamos e utilizamos esses contrários da vida.Algumas pessoas conseguem enxergar a derrota como motivação para permanecer na luta.Não desistem dos seus objetivos, se esforçam até transformar o negativo em resultado positivo, porque sabem que o sucesso não está separado da construção, do trabalho.

      

          Enfim, que possamos focar no caminho escolhido e como caminhamos nele, sem nos preocuparmos com a chegada ou mesmo com o fim, porque saber aproveitar a VIDA é, também, saber tirar proveito da MORTE.

        

                            

                                   (Fonte da imagem:www.juliofantin.com.br)

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