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Rosangela Perez

*Psicóloga CRP ativo *Psicoterapeuta *Professora *Palestrante *Autora livro: EXERÇA SUA LIBERDADE DE SER(Ed.Letra Capital) *COMPRE PELO LINK *PREÇO FRETE DENTRO DO BRASIL *Tel.: BRASIL(21)98383-1978 * rosangelaperez@terra.com.br

Rosangela Perez

*Psicóloga CRP ativo *Psicoterapeuta *Professora *Palestrante *Autora livro: EXERÇA SUA LIBERDADE DE SER(Ed.Letra Capital) *COMPRE PELO LINK *PREÇO FRETE DENTRO DO BRASIL *Tel.: BRASIL(21)98383-1978 * rosangelaperez@terra.com.br

MOTIVAÇÃO.

            

           Tenho a impressão que em algumas pessoas parece que o coração está trancado, não conseguem vislumbrar um amanhã melhor em sua vida, estão totalmente desmotivadas, sem motivo para realizar algo. Não acreditam que as coisas poderão melhorar. Refiro-me àquelas que estão demonstrando falta de entusiasmo e não às que estão vivenciando um quadro depressivo.

         

          O que fazer? Identificar a nossa vontade e a motivação torna-se imprescindível para buscar uma mudança em nosso comportamento.

         

           Porém, o que vem a ser motivação?Para Chiavenato, a motivação é um fator interno que varia entre uma pessoa e outra, mas também, em uma mesma pessoa. Ela orienta e direciona o comportamento. Entretanto, precisamos identificar a nossa necessidade, a nossa vontade, que poderá ser biológica, psicológica ou sociológica, para que seja correspondida, satisfeita, através de um estímulo.

        

          Entendo que não é fácil estar satisfeito em todos os momentos da nossa vida, até porque nem sempre querer é poder. Durante o dia ouvimos algumas frases: ‘agora não será possível’, ‘infelizmente não temos o que você quer. Quem sabe amanhã’...

       

          Para não nos desmotivarmos, precisamos aprender a lidar com as frustrações, incertezas e apreensões. Um bom caminho é a busca do autoconhecimento, saber quais são as nossas características pessoais, qual o motivo que não nos faz desistir quando a necessidade não é satisfeita de imediato ou o que motiva as nossas ações para seguir em frente com o nosso projeto de vida.

        

          Não desistir, persistir e acreditar em nossa missão, apesar das insatisfações, requer muito esforço pessoal, determinação e comprometimento. No entanto, não é suficiente. Precisamos, em algum momento, de incentivo, condução e apoio.

       

          De acordo com Carl Rogers, quando uma pessoa sente-se ter sido escutada, compreendida, acolhida com empatia e aceita torna-se mais satisfeita e aberta ao processo de mudança com mais entusiasmo e interesse, sente-se melhor e isto acaba refletindo para sua vida afetiva, familiar e organizacional.

       

        Logo, a motivação merece extrema atenção, pois quem encontrou alguém que o estimulou a abrir o cadeado de seu coração, que, por alguma razão, manteve-se fechado para a mudança, incrédulo, desmotivado para realizar tarefas, insatisfeito com os resultados obtidos em seu dia a dia, encontrou um grande tesouro, uma pessoa que o ajudou a enxergar um motivo pelo qual viver, um sentido para a vida.

 

 

 

 

 

                                                            (fonte da imagem:www.umapalavra-jessicabarros.blogspot.com.br)

LIBERTAÇÃO.

(fonte da imagem:http://blog.cancaonova.com)

       

          Percebo que algumas pessoas se sentem aprisionadas, encarceradas, privadas da sua liberdade consciente ou inconsciente. Segundo o dicionário Aurélio, libertação significa “desobrigar; isentar; livrar da influência ou do poder”.

    

         Existem algumas pessoas que estão insatisfeitas sem a sua liberdade, infelizes, mas não conseguem tomar uma atitude, por que “Desistir de mudar é mais fácil do que decidir mudar”. (Roberto Shinyashiki). Tomar posse da sua vida requer amadurecimento, humildade, responsabilidade, disciplina, perseverança, mudança de pensamento e de ação.

      

         Entendo que toda mudança causa um pouco de medo e insegurança, porque sair da linha de conforto é difícil, porém não é impossível. Não obstante, será preciso não se conformar em viver em uma prisão real ou imaginária vendo a vida escorrer pelas mãos.

     

         Uma vez que consiga enfrentar alguns medos para se libertar, começará a enxergar a vida não como uma possibilidade de reprise, que  empurra sempre as decisões para frente ou projeta as suas dificuldades nos outros, mas enxergará a vida como uma possibilidade de recomeço.

      

         Como disse Carlos Drummond de Andrade, “Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo”. É descobrir onde errou e procurar fazer de uma forma diferente com mais ousadia, coragem, determinação, firmeza e fé.

     

         Compreender que, caso não consiga, hoje, tentará amanhã, mas não desistirá de ser livre, de abrir sem medo o cárcere, a gaiola, a prisão que a impede de seguir em frente, mesmo diante do abismo e da escuridão. Contudo, é necessário querer, se convencer, decidir, e pedir ajuda, quando preciso, para aprender a lidar com a tão esperada liberdade, com a própria vida.

     

         Percebo que quem faz essa escolha, de ser liberto (a), inicia o processo de amadurecimento, recuperação e restauração pessoal sem fim, sem justificativa ou desculpa para se manter preso (a), infantilizado (a) e dependente dos outros.

       

          “Agora, porém, mortos para aquilo que nos aprisionavam, fomos libertados”. (Pe.Léo - Comunidade Canção Nova)Livres de tudo que nos escravizava, das amarras conscientes e inconscientes, sejam elas referente ao passado ou ao presente, físicas ou emocionais.

     

           Sartre disse que estamos condenados à liberdade.

     

           Portanto, o que fazer quando a liberdade for conquistada?

      

          Sugiro procurar usá-la com sabedoria, valorizar cada etapa da conquista, consciente da necessidade de plantar boas sementes pelo caminho que trilhar, ser responsável pelas decisões, aprender a separar o joio do trigo, estar acompanhado por alguém que ajude a permanecer firme no propósito e confiante que mais além terá uma colheita de muitos frutos e flores no jardim abençoado, liberto, maduro e cheio de vida.

 

 

 
 
 
 
 
 
 

 
                                                                 

COMPETÊNCIA INTERPESSOAL.

 

 

          Alguns profissionais preocupados com o desenvolvimento humano e organizacional começaram a perceber e valorizar a importância de estudar e desenvolver as relações humanas e interpessoais para favorecer o aumento da produtividade, eficácia e qualidade de vida dentro do ambiente de trabalho em que, muitas das vezes, é o espaço no qual passam mais tempo da sua vida.

       

         O homem é um ser social e interage em diversos grupos, mas nem todo indivíduo consegue relacionar-se com as diferenças sociais e acaba, conscientemente ou não, ocasionando problemas nas relações com ele mesmo ou com a empresa, família e sociedade em geral.

     

         Segundo Nair Motta, “A natureza humana em si é comum a todas as pessoas, mas individualizada em cada pessoa, porque cada um de nós tem estímulos e sentimentos diferentes, objetivos e experiências de vida que variam com o grau de cultura do contexto histórico-social em que vivemos”.

     

          No momento em que o indivíduo faz parte de um determinado grupo social, começa aprender, assimilar os seus valores, códigos e regras básicas de relacionamento que poderão entrar em conflito com os seus valores já aprendidos, no primeiro grupo em que desenvolveu seu processo de socialização, dificultando a interação, a comunicação e a expressão de emoção. Contudo, se estiver disposto a trabalhar a competência interpessoal, possivelmente, não terá problemas no relacionamento.

    

         De acordo com Fela Moscovici, competência interpessoal significa: habilidade de lidar eficazmente com relações interpessoais, de lidar com outras pessoas de forma adequada às necessidades de cada um e às exigências da situação. Essa competência é resultado de uma percepção acurada, realística das situações interpessoais e de habilidades específicas comportamentais que conduzem ao relacionamento mais autêntico e satisfatório para as partes envolvidas.

       

          Quem escolher desenvolver essa competência precisará estar disposto e disponível a entrar no processo de crescimento pessoal com a ajuda de um profissional: autopercepção; autoconscientização; autoaceitação; autoconhecimento; flexibilidade perceptiva e comportamental; criatividade para soluções mais originais; feedback e a dimensão afetiva.

   

          Por conseguinte, o profissional que conseguir aliar a competência interpessoal com a técnica demonstrará estar mais preparado e fará a diferença para ingressar em um ambiente de trabalho com valores, atitudes e conteúdos intelectuais e emocionais que contribuirão na relação com a empresa, sua carreira, família e sociedade.

   

          Então, deixo como reflexão: Está disposto e disponível a desenvolver a competência interpessoal?

   

 

 

                                        ( fonte da imagem:www.rsbbconsultoria.blogspot.com.br)