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Rosangela Perez

*Psicóloga CRP ativo *Psicoterapeuta *Professora *Palestrante *Autora do livro: EXERÇA SUA LIBERDADE DE SER(Ed.Letra Capital) Peça o livro pelo WhatsApp ou e-mail *Tel.: BRASIL (21)98383-1978 *E-mail: rosangelaperez@terra.com.br

Rosangela Perez

*Psicóloga CRP ativo *Psicoterapeuta *Professora *Palestrante *Autora do livro: EXERÇA SUA LIBERDADE DE SER(Ed.Letra Capital) Peça o livro pelo WhatsApp ou e-mail *Tel.: BRASIL (21)98383-1978 *E-mail: rosangelaperez@terra.com.br

VIDA MAIS JUSTA.

           

 

            No início desta semana os meios de comunicação não pararam de noticiar a visita da blogueira cubana que está incomodando algumas pessoas pelo fato dela não concordar com a política do seu país e expressar suas ideias. Então, pensei: quem está sendo injusto?

 

            Segundo o dicionário Aurélio, justiça é “a faculdade de julgar segundo o direito e melhor consciência”.

 

            Expressar a nossa ideologia, mesma que contrária ao da maioria, é ser justo conosco e representa estar em consonância com nossos valores e crenças, requerendo coragem, firmeza, retidão, assertividade e dignidade.

 

            “Isto acima de tudo: seja verdadeiro consigo mesmo.” Seja autêntico.

 

            Quando conseguimos passar para as outras pessoas, sem medo de ser excluído, o que realmente sentimos e acreditamos é a glória, é o verdadeiro encontro entre seres humanos que conseguem aceitar um ao outro e demonstrar com liberdade como eles estão no mundo ou como eles são.

 

             Muitas das vezes, para que esse encontro aconteça é preciso pagar um preço, às vezes, alto demais, mas imprescindível para mantermos a nossa liberdade de ser, de existir, ao invés, de viver presos em uma espécie de calabouços que nos impedem de ser escutados.

 

           Contudo, apesar de todos terem o direito de sentir e agir de acordo com o seu desejo e vontade, precisamos estar conscientes de que tudo o que fazemos e escolhemos afeta alguém ao nosso redor, independente se a sociedade a qual vivemos é justa ou injusta de acordo com a nossa visão, porque não vivemos sozinhos.

 

           A sociedade é composta por vários grupos sociais e eles são compostos por pessoas. Logo, somos a sociedade cheia de diferença e é isso que enriquece um grupo.

 

          “Ser diferente é normal”.

 

           Porém, se não estamos satisfeitos com o rumo o qual este grupo está tomando e que fazemos parte, precisamos parar e rever o nosso proceder.       

 

           Deixar de apontar os erros dos outros, de querer, somente, a mudança alheia, sair deste comodismo que demonstra total descompromisso com o grupo e passar a refletir sobre o nosso papel dentro dele, propor mudanças, mesmo que não sejam aceitas, inicialmente, mas tomar posse da nossa liberdade de ser com compromisso e fidelidade diante da sociedade, porque isso é ser justo.

 

          Todavia, precisamos tomar uma decisão e confiar que uma jornada de mil milhas começa com o nosso primeiro passo e que ninguém pode nos impedir de expressar o nosso jeito de ser, de querer mudar, de ser livre, arrepender-se ou realizar uma conversão, se preciso for.

 

         Portanto, façamos a nossa parte, cientes da nossa responsabilidade dentro do grupo o qual estamos inseridos, seja ele justo ou injusto aos nossos olhos ou dos outros, nem que para isso seja necessário gritar como uma mulher ao dar à luz, gemer, mas cheia de esperança que daqui a alguns minutos terá contribuído para o nascimento de uma nova vida, quiçá mais justa e democrática.

 

 

 

 

                                                     

                                                       (Fonte da imagem: www.kersaber.com)

 

                                                                                                   

 

 

 

 

 

                   

     

    

 

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